14
maio
Com Pés e Cabeça
As células vão à terapia!
19h00
Leiria

Algalândia – O mundo maravilhoso das algas. Porquê e para quê?
As algas representam um recurso natural com elevado potencial para o desenvolvimento de novos produtos de valor acrescentado para diferentes áreas como a alimentar, a dermocosmética e a farmacologia. Durante esta conversa ficarão a conhecer algumas das potencialidades biotecnológicas e terapêuticas que estamos a explorar com produtos naturais obtidos a partir de algas da costa Portuguesa.
Celso Alves
Aplicação autóloga de plaquetas para regeneração da atrofia genital da mulher
No envelhecimento as células começam a ficar mais “preguiçosas” na sua capacidade de multiplicação e reparação, mas permanece uma reserva regenerativa que pode ser potenciada e aproveitada para melhorar o próprio envelhecimento. Este é o princípio base que fomentou o nascimento da MEDICINA REGENERATIVA. Neste momento são vários os investigadores a nível mundial com interesse nesta nova disciplina que tem já imensas aplicabilidades na área médica e veterinária, tendo começado a os seus primórdios nos anos 90 do milénio passado. Os 5 “R” da MEDICINA REGENERATIVA; Regenerar, Remodelar, Reparar, Recuperar e Reaproveitar são também os princípios da vida humana; 2 células geram um embrião, que será um feto, criança, adulto com capacidade de sobreviver a uma gripe ou diarreia, que se corta ou quebra um osso e consegue recuperar. Frente a uma lesão seja qual for a origem os organismos biológicos mais desenvolvidos, nomeadamente os humanos possuem uma capacidade autónoma intrínseca de reparação realizada por células de 2 origens principais 1-circulatórias (incluindo os leucócitos e plaquetas) e 2-as células estaminais que existem em todos os tecidos do organismo e são células indiferenciadas, chamadas de células “mãe”, com capacidade de se multiplicar e diferenciar em diferentes tipos celulares. Este processo de “reparação”, ocorre naturalmente a toda a hora no nosso organismo, todos os dias morrem células que são substituídas por novas num processo autónomo de regeneração celular, cuja velocidade varia consoante o órgão e a idade do organismo, e investigadores Israelistas (Ron Sender e Ron Milo) calcularam que num homem de 20 anos por dia são produzidas 330 milhões de células novas ao ritmo de 3,8 milhões por segundo, sendo as de mais rápida renovação as células do sangue,intestino e pele e as de mais lenta as do sistema osteoarticular e nervosas.
