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15

maio

Cabecinha Pensadora

O fascinante relógio do cérebro

18h00

Lisboa

Desvendando o potencial regenerativo do cérebro

Santiago Ramon Y Cajal, o Pai das Neurociências modernas, postulou o dogma central da neurobiologia: “no cérebro adulto, as células nervosas são fixas, finitas e imutáveis. Tudo pode morrer e nada regenerar. Cabe à ciência do futuro mudar este radical conceito”. Foram precisos mais de 80 anos até serem descobertas as células estaminais neurais. O dogma foi finalmente quebrado.

Diogo Lourenço

Como é que o cérebro representa a passagem do tempo?

O tempo é uma dimensão incontornável do ambiente. Primatas, mamíferos, roedores, peixes, anfíbios, insectos, minhocas e até bactérias, uns mais (temporalmente) míopes outros menos, mas todos têm de lidar com o tempo para se comportarem de forma adaptativa. Utilizando o rato como organismo modelo, vamos analisar como é que conjuntos de neurónios codificam a passagem do tempo.

Filipe Rodrigues

BOTA

Largo Santa Bárbara 3D, Lisboa, Portugal

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